Mega TV e RBI adotam a Etere na automação de exibição

Em parceria com a Brasvideo, os canais seguiram a tendência do mercado e optaram por uma solução baseada em TI. 

A RBI e a Mega TV ganharam velocidade com o novo fluxo de trabalho escolhido para exibir as suas programações, cuja automação agora é provida integralmente pela italiana Etere. Transmitindo conteúdos diversificados, de alcance nacional, os canais compartilham infraestruturas na região da Avenida Paulista, em São Paulo. 

Desde 2009, quando houve a primeira implantação em parceria com a Brasvideo, a Etere já estava presente na exibição, conectada a servidores de terceiros. Como estes chegaram o final da vida útil, veio a necessidade de selecionar uma nova geração de servidores de mídia e a decisão imediata foi por um hardware orientado a TI.

Após estudar as propostas disponíveis no mercado, foi escolhido o Etere ETX, que segue o conceito “channel in a box”, totalmente integrado às redes IP.  A solução roda em hardwares da HP, tem controle através de interface web e é compatível com uma ampla gama de formatos de vídeo, áudio e gráficos.

Além de se não se prender a um fabricante de hardware, um dos objetivos desta transição era causar o mínimo impacto nos usuários. “Nós optamos por algo transparente, que mantivesse o padrão de operação após a mudança”, explica Marcelo Agoston, diretor de tecnologia do Grupo Mix, responsável pela RBI e Mega TV. “Isso foi possível graças ao ETX e nós ainda ganhamos em termos de performance”. 

A evolução no desempenho pode ser notada claramente em transferências até 10 vezes mais rápidas entre o storage central e os servidores de exibição (principal e backup). “Um arquivo de 2 horas, com 40 GB, por exemplo, levava cerca de 3,5 horas para ser copiado. Hoje eu subo o mesmo vídeo em 20 minutos”, descreve Marcelo Agoston.  “É um absurdo. Foi uma revolução”. O uso de discos de estado sólido (SSD) aliado ao fluxo de dados de 4 a 5 Gbit/s está entre as razões deste ganho na velocidade. Como resultado, há menos riscos de sobrecarga na movimentação de arquivos.

“Nós optamos por algo transparente, que mantivesse o padrão de operação após a mudança”, explica Marcelo Agoston, diretor de tecnologia do Grupo Mix, responsável pela RBI e Mega TV. “Isso foi possível graças ao ETX e nós ainda ganhamos em termos de performance”.

Para transferir os arquivos entre o sistema de gerenciamento de mídia dos canais e a exibição, é utilizado o Etere Data Mover. Cabe a ele a movimentação dos materiais, cópias e gestão do fluxo entre os conteúdos finalizados e a automação do Etere ETX. Ainda compõem o ecossistema os módulos Etere F90 para conexão entre sistemas de MAM e Exibição, com processos precisos de importação e exportação, bem como o Etere Executive Editor para ordenação e controle da programação. 

A escolha dos canais RBI e Mega TV ainda teve um benefício adicional, com ganho de espaço e economia com energia e climatização, pois oito equipamentos foram substituídos por apenas dois. Eles armazenam a programação de um canal e o “clone” do outro canal. Em caso de falha, um servidor é capaz de manter os dois canais no ar automaticamente.

“Ficamos honrados em prover integralmente a automação de exibição dos canais RBI e Mega TV com a tecnologia da Etere e os recursos mais avançados do mercado”, destaca Martin Bonato, diretor da Brasvideo. “Há mais de dez anos temos uma parceria de sucesso com o Grupo Mix e reforçamos o nosso compromisso com soluções que atendam as demandas dos nossos clientes hoje e no futuro”.

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